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Criança internado com 42 agulhas no corpo


Noticias do dia 15/12/2009

São cerca de cinquenta agulhas e as radiografias mostram que elas estão espalhadas pelo corpo da criança, de apenas dois anos.

O menino está internado em estado grave em um hospital no oeste da Bahia. Com dores na barriga, ele foi levado às pressas para Barreiras.

“No outro hospital deu 17, aqui deu 50 agulhas”, fala a mãe do menino, Maria Souza Santos.

Há objetos metálicos em todo o tórax, no abdome, no pescoço e até nas pernas.

A mãe diz não saber como as agulhas foram parar no organismo do filho caçula. “Eu sou mãe de seis filhos, sempre tenho o costume de trabalhar e deixar eles com minha mãe. Minha mãe ama meus filhos como eu e meus filhos gostam de minha mãe”, fala Maria.

“Com fé em Deus ele vai melhorar”, diz o pai do menino, Gessivaldo Alves.
A polícia está investigando o caso. Já ouviu parentes, testemunhas, mas ainda não esclareceu de que forma os objetos metálicos entraram no corpo do menino,

Como os objetos estão espalhados pelo organismo, médicos acreditam que dificilmente foram eles engolidos.

O último boletim médico divulgado pelo Hospital de Barreiras diz que o quadro do menino é estável, mas continua grave. Uma das agulhas perfurou o pulmão do garoto.

Noticias do dia 16/12/2009

O caso foi revelado no Jornal Hoje e chamou a atenção em todo o Brasil. Os médicos ouvidos pelas nossas equipes afirmam: vai ser difícil retirar todas as agulhas do corpo do garoto.

Nós conversamos com a avó que toma conta dos 6 netos e ela disse que só tem uma agulha em casa e que fica guardada longe das crianças. A avó afirma que nunca viu marcas no corpo do garoto.

“Não sei como foi que penetrou nele”, Adeli Sousa Santos, avó do menino.

O médico que fez o primeiro atendimento ao menino, numa pequena cidade do interior da Bahia, se surpreendeu quando viu a radiografia. A criança tinha mais de 40 agulhas no corpo.

“Isso vinha progressivamente sendo feito, sendo colocado em várias partes do corpo e desta vez houve o comprometimento do pulmão, houve perfuração por algum grupo de agulhas que fez com que ele viesse para o hospital e o caso viesse a tona”, diz Gilmar Calazans, médico de Ibotirama.

O caso chamou a atenção de todo o Brasil. Em São Paulo, médicos ouvidos pelo Jornal Hoje também acham que foi preciso muito tempo para que alguém introduzisse tantas agulhas no corpo do garoto.

“De uma só vez até poderia suportar, mas provavelmente haveria marcas no corpo da criança. É muito difícil a gente dizer, se deram alguma droga pra dopar a criança no momento em que se fazia estes procedimentos. Uma pessoa consegue segurar uma criança de dois anos e fazer o procedimento. Como são agulhas de costura, elas não tem um cabeçote, então elas são totalmente introduzidas no corpo da criança”, declara Uenis tannuri, professor de Medicina.

A repórter Carol Mattos ouviu o delegado de Ibotirama, onde o garoto mora. Para a polícia, que já trata o caso como tentativa de homicídio, a possibilidade de que o menino tenha engolido as agulhas também foi descartada.

De acordo com delegado responsável pelas investigações, a procura agora é pelo padrasto do garoto, que desde a manhã de ontem está desaparecido e por isso já está sendo considerado suspeito do crime.

O delegado responsável pelo caso não quis dar entrevista. Segundo ele a região é muito violenta.

O cirurgião Uenis Tanuri disse que um caso assim já aconteceu já aconteceu em São Paulo. “Questão de uns oito ou dez anos atrás houve um caso semelhante a esse, mas não havia tantas agulhas. A criança depois evoluiu bem, retiraram algumas agulhas”, comenta.

Uma das agulhas perfurou o pulmão do garoto. Várias estão perto de órgãos vitais. Ele está na UTI do Hospital do Oeste, que fica em Barreiras.

O cirurgião pediátrico do Instituto da Criança em São Paulo falou por telefone com os médicos da Bahia.

“Não tem apresentado sinal de algum quadro infeccioso. A ultrassonografia nos mostrou que tem uma agulha dentro do fígado e que não tem sinal reacional algum em volta dele, enquanto não tiver causando efeito algum, o dano em chegar até essa agulha, acredito que vai ser superior ao benefício de tirá-la. Luis Cesar – diretor do Hospital do Oeste, Barreiras-BA

“Tô de acordo também. Muitas vezes um corpo estranho, principalmente um corpo estranho metálico, ele dá pouca reação no organismo. O próprio organismo se encarrega de encapsular este corpo estranho, como que isolá-lo dos outros tecidos e esse corpo estranho pode ficar lá pelo resto da vida”, explica Tanuri.

O garoto está consciente e conversando, mas o estado de saúde dele ainda é grave. Ele reclama de dores e diz que quer voltar pra casa. Quando perguntam quem fez isso com ele, o menino chora e não responde.

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Dicas de como fazer uma resenha


“Todo mundo que freqüenta o blog está acostumado a ler várias resenhas toda semana, mas afinal, o que é e o que precisamos saber para escrever um texto desse tipo?

Como um gênero textual, uma resenha nada mais é do que um texto em forma de síntese que expressa a opinião do autor sobre um determinado fato cultural, que pode ser um livro, um filme, peças teatrais, exposições, shows etc.

O obijetivo da resenha é guiar o leitor pelo emaranhado da produção cultural que cresce a cada dia e que tende a confundir até os mais familiarizados com todo esse conteúdo.

Como uma síntese, a resenha deve ir direto ao ponto, mesclando momentos de pura descrição com momentos de crítica direta. O resenhista que conseguir equilibrar perfeitamente esses dois pontos terá escrito a resenha ideal.

No entanto, sendo um gênero necessariamente breve, é perigoso recorrermos ao erro de sermos superficiais demais. Nosso texto precisa mostrar ao leitor as principais características do fato cultural, sejam elas boas ou ruins, mas sem esquecer de argumentar em determinados pontos e nunca usar expressões como “Eu gostei” ou “Eu não gostei”.

Tipos de Resenha
Até agora eu falei sobre as resenhas de uma forma geral e livre e esses dados são suficientes para você já esboçar alguns parágrafos.

Contudo, as resenhas apresentam algumas divisões que vale destacar. A mais conhecida delas é a resenha acadêmica, que apresenta moldes bastante rígidos, responsáveis pela padronização dos textos científicos. Ela, por sua vez, também se subdivide em resenha crítica, resenha descritiva e resenha temática.

Na resenha acadêmica crítica, os oito passos a seguir formam um guia ideal para uma produção completa:

Identifique a obra: coloque os dados bibliográficos essenciais do livro ou artigo que você vai resenhar;
Apresente a obra: situe o leitor descrevendo em poucas linhas todo o conteúdo do texto a ser resenhado;
Descreva a estrutura: fale sobre a divisão em capítulos, em seções, sobre o foco narrativo ou até, de forma sutil, o número de páginas do texto completo;
Descreva o conteúdo: Aqui sim, utilize de 3 a 5 parágrafos para resumir claramente o texto resenhado;
Analise de forma crítica: Nessa parte, e apenas nessa parte, você vai dar sua opinião. Argumente baseando-se em teorias de outros autores, fazendo comparações ou até mesmo utilizando-se de explicações que foram dadas em aula. É difícil encontrarmos resenhas que utilizam mais de 3 parágrafos para isso, porém não há um limite estabelecido. Dê asas ao seu senso crítico.
Recomende a obra: Você já leu, já resumiu e já deu sua opinião, agora é hora de analisar para quem o texto realmente é útil (se for útil para alguém). Utilize elementos sociais ou pedagógicos, baseie-se na idade, na escolaridade, na renda etc.
Identifique o autor: Cuidado! Aqui você fala quem é o autor da obra que foi resenhada e não do autor da resenha (no caso, você). Fale brevemente da vida e de algumas outras obras do escritor ou pesquisador.
Assine e identifique-se: Agora sim. No último parágrafo você escreve seu nome e fala algo como “Acadêmico do Curso de Letras da Universidade de Caxias do Sul (UCS)”
Na resenha acadêmica descritiva, os passos são exatamente os mesmos, excluindo-se o passo de número 5. Como o próprio nome já diz, a resenha descritiva apenas descreve, não expõe a opinião o resenhista.

Finalmente, na resenha temática, você fala de vários textos que tenham um assunto (tema) em comum. Os passos são um pouco mais simples:

Apresente o tema: Diga ao leitor qual é o assunto principal dos textos que serão tratados e o motivo por você ter escolhido esse assunto;
Resuma os textos: Utilize um parágrafo para cada texto, diga logo no início quem é o autor e explique o que ele diz sobre aquele assunto;
Conclua: Você acabou de explicar cada um dos textos, agora é sua vez de opinar e tentar chegar a uma conclusão sobre o tema tratado;
Mostre as fontes: Coloque as referências Bibliográficas de cada um dos textos que você usou;
Assine e identifique-se: Coloque seu nome e uma breve descrição do tipo “Acadêmico do Curso de Letras da Universidade de Caxias do Sul (UCS)”.

Conclusão
Fazer uma resenha parece muito fácil à primeira vista, mas devemos tomar muito cuidado, pois dependendo do lugar, resenhistas podem fazer um livro mofar nas prateleiras ou transformar um filme em um verdadeiro fracasso.

As resenhas são ainda, além de um ótimo guia para os apreciadores da arte em geral, uma ferramenta essencial para acadêmicos que precisam selecionar quantidades enormes de conteúdo em um tempo relativamente pequeno.

Agora é questão de colocar a mão na massa e começar a produzir suas próprias resenhas!”

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Como Fazer um Curriculum Vitae


O curriculum vitae (também chamado de currículo ou CV) é um documento que agrupa informações pessoais de um profissional junto a sua formação acadêmica e sua trajetória no mercado de trabalho, visando demonstrar suas qualificações, competências e habilidades. De uma forma mais direta, o curriculum descreve quem você é e quais qualidades e experiências profissionais você possui.

Um bom curriculum, bem apresentável e redigido, pode não garantir um emprego mas é sem sombra de dúvidas, um passo importantíssimo para alcançá-lo. Grande parte das pessoas tem dúvidas em como criar seu curriculum, principalmente aquelas que estão entrando agora no mercado de trabalho.

Este site tem como objetivo reunir dicas e modelos de curriculum prontos, fruto de anos de experiência de seus proprietários na área de seleção de pessoas. Estas informações são válidas para quaisquer pessoas disputando vagas em empresas dos mais diferentes setores, porte e segmentos. Com estas informações, esperamos ajudá-lo a conquistar um emprego neste ambiente extremamente competitivo que vivenciamos hoje.


Análise do Modelo de Curriculum

1) Cabeçalho ou Topo

No topo do curriculum devem aparecer suas informações pessoais: nome completo, estado civil, idade, endereço completo e, principalmente, seus dados de contato. Acredite, muitas pessoas esquecem de colocar seu telefone e e-mail atualizados, são selecionadas e perdem assim a oportunidade de uma entrevista. Número da carteira de identidade, CPF, Documento Militar e outros documentos ficam de fora.

Cabeçalho do Curriculum

2) Objetivo

O segundo tópico do seu curriculum vitae descreve a que vaga ou oportunidade você tem interesse em concorrer.

Estrutura do Curriculum - Parte 2

3) Formação

Descreva nesta sessão sua formação acadêmica. Inclua apenas dados relevantes mais atuais. Nenhum profissional de seleção deseja saber aonde você cursou seu pré-primário.

Estrutura do Curriculum - Parte 3

4) Experiência Profissional

Nesta sessão você deve listar suas experiências profissionais mais importantes. A maneira mais utilizada é listá-las em ordem inversa, ou seja, as mais recentes primeiro. Informe o périodo em que esteve empregado, o nome da empresa, o cargo exercido, as principais atividades e possíveis resultados destacáveis obtidos. Observe como isto é feito no modelo de curriculum vitae preenchido disponível para download acima.

Parte 4

5) Qualificações e Atividades Profissionais

Aproveite este trecho do currículo para informar cursos que tenha concluído (que sejam relevantes para a vaga almejada) e outras qualificações obtidas ao longo de sua carreira.

Parte 5

6) Informações Adicionais

Utilize esta sessão opcionalmente para informar quaisquer outros dados que julgue significativos para a vaga.

Parte 6

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Dicas para uma Redaçao


"Um dos piores erros que os candidatos podem cometer em uma prova de redação é a extrema preocupação com a forma, com a gramática. O importante é que ele opine sobre o tema", explica a coordenadora da banca de avaliação de redações da PUC-RS (Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul), Marisa Magnus Smith.

Já faz tempo que o segredo de escrever uma boa redação deixou de ser o fato de não errar a gramática. Na opinião de especialistas, acima de tudo, uma boa redação de vestibular - que nada mais é do que um teste para averiguar a capacidade do estudante em opinar e refletir - deve conter argumentação bem colocada e bem fundamentada.

Para se sair bem em sua "defesa", os especialistas dizem que os candidatos não devem ficar "em cima do muro" (ora a favor, ora contra o tema), tampouco comprar opiniões do senso-comum. Se o candidato não estiver certo do que está dizendo e não expuser razões para pensar daquela forma o texto fica vazio. "O texto tem que ter posicionamento, se for exclusivamente informativo não é bom. Aliás, não dá nem para começar a escrever um texto se não tiver uma opinião. Um texto sem opinião não existe", reforça o professor de redação do Cursinho Anglo, Maurício Soares Filho.

Para entender melhor por que os especialistas defendem essa idéia é fácil: imagine que as drogas acabaram de ser legalizadas pelo governo. Segundo os especialistas, se as pessoas abrem o jornal e procuram um artigo sobre a questão e encontram um texto sem nenhuma argumentação ou opinião, elas não refletirão, além de chato de ler. Para eles, aquilo que o leitor espera de um articulista é o mesmo que um examinador de vestibular espera de um futuro universitário (especialmente se for de universidade pública): opinião e reflexão.

De acordo com Soares Filho, para seu texto causar impacto, porém, a opinião deve estar muito clara. Por isso, a construção da redação deve valorizar seus argumentos. A ordem é apostar na organização da estrutura textual para não perder o fio da meada. "Organizar as informações é o segredo para fazer que a opinião apareça", complementa Soares Filho.

Treinando um texto nota 10

Se a intenção é obter destaque por meio de uma boa argumentação, o que fazer para se preparar? Ler, ler, ler e escrever, escrever e escrever. "O hábito da leitura ajuda a desenvolver a escrita. Além disso, com a prática da redação, alguns padrões de textualidade são mais facilmente assimilados do que pelo professor a falar em sala de aula", enfatiza Marisa.

Para Soares Filho, a prova de redação é 50% leitura e 50% escrita. "Uma é conseqüência da outra. O primeiro passo para ter sucesso é ler o tema com muita atenção e, em seguida, posicionar sua opinião para definir o que será defendido".

Uma boa dica é ler editoriais, crônicas, artigos e textos assinados que emitam opinião sobre o tema que é retratado. Com isso, é possível criar uma bagagem de como e em que momentos é pertinente evidenciar as opiniões pessoais.

Outra dica valiosa é procurar ser autêntico. Na hora de escrever um texto sobre a legalização das drogas ou do aborto ninguém precisa "encarnar o revolucionário" para passar em um vestibular de uma universidade famosa por sua histórica política de contestação. A autenticidade do seu pensamento deve estar refletida em seu texto, nem mais, nem menos.

"Como professor, uma de minhas preocupações é esclarecer para os meus alunos que eles não devem fingir ser uma pessoa que não são na hora de escrever, pois assim, vão ter dificuldades em sustentar os argumentos, e fica muito fácil se contradizer, o que compromete a qualidade do texto", diz Maurício.

Por fim, a prova de redação serve para avaliar a capacidade do candidato de se comunicar por escrito, de fazer reflexão e de conseguir se expressar de maneira simples e coesa. Por isso é tão importante não ser superficial e mostrar uma visão crítica sobre o tema a ser discutido.

15 Dicas para uma redaçao

1º Deve evitar ao máx. a utiliz. de abrev., etc.

2º É desnecessário fazer-se empregar de um estilo de escrita demasiadamente rebuscado. Tal prática advém de esmero excessivo que raia o exibicionismo narcisístico.

3º Anule aliterações altamente abusivas.

4º não esqueça as maiúsculas no início das frases.

5º Evite lugares-comuns como o diabo foge da cruz.

6º O uso de parêntesis (mesmo quando for relevante) é desnecessário.

7º Estrangeirismos estão out; palavras de origem portuguesa estão in.

8º Evite o emprego de gíria, mesmo que pareça nice, sacou??… então valeu!

9º Palavras de baixo calão, carac@, podem transformar o seu texto numa m&rd@.

10º Nunca generalize: generalizar é um erro em todas as situações.

11º Evite repetir a mesma palavra pois essa palavra vai ficar uma palavra repetitiva. A repetição da palavra vai fazer com que a palavra repetida desqualifique o texto onde a palavra se encontra repetida.

12º Não abuse das citações. Como costuma dizer um amigo meu: “Quem cita os outros não tem idéias próprias”.

13º Frases incompletas podem cansar

14º Não seja redundante, não é preciso dizer a mesma coisa de formas diferentes; isto é, basta mencionar cada argumento uma só vez, ou por outras palavras, não repita a mesma idéia várias vezes.

15º Seja mais ou menos específico.

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Comentarios do Livro de William Bonner


Há 40 anos, de segunda a sábado, o Jornal Nacional traz as principais notícias do dia, no Brasil e no mundo, na Rede Globo. Entretanto, poucos fazem ideia do trabalho que está por trás de cada edição. William Bonner - apresentador e editor do Jornal Nacional desde 1999, sendo editor-chefe desde 1999 - mostra como é o dia-a-dia das edições do telejornal no livro “Jornal Nacional – Modo de Fazer”, da Editora Globo.
Para que todos tivessem ideia de como funciona as engrenagens do telejornal, Bonner se preocupou em adotar uma linguagem bem palatável em “Jornal Nacional – Modo de Fazer”, que tem como público-alvo desde estudantes e profissionais de jornalismo até o telespectador que acompanha o Jornal Nacional diariamente: - O livro mostra como o Jornal Nacional é feito no dia-a-dia, suas edições típicas e as atípicas, os critérios que usamos e como funciona.

Para quem é estudante de jornalismo é muito interessante, e para quem é leigo tem um certo didatismo que poderá ser útil – explica Bonner.
Para não atrapalhar suas atividades na redação do Jornal Nacional, Bonner usou 14 fins de semana para escrever a obra que descreve como um livro dos bastidores do processo de produção: - O livro tem muito da minha experiência pessoal e de memórias minhas, e me obrigou a refletir profundamente sobre as tomadas de decisão.

Comecei a escrever em janeiro de 2009 e foram 14 fins de semana em que eu deixei a criançada brincando sozinha e me tranquei para escrever – lembra.
“Jornal Nacional – Modo de Fazer” deixa o leitor por dentro de bastidores do telejornal em suas 244 páginas e tem lançamento nesta quarta-feira, 2 de setembro, na livraria Argumento, às 21h, no Leblon, Rio de Janeiro.

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Drauzio Varella (Sua Historia)




Drauzio Varella (São Paulo, 1 de janeiro de 1943), é um médico oncologista e escritor brasileiro, conhecido por popularizar a medicina em seu país, através de programas de rádio e TV. Foi também um dos fundadores da Universidade Paulista e da Rede Objetivo, onde lecionou física e química durante muitos anos.

Carreira médica

Descendente de galegos e portugueses, Drauzio estudou medicina na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. No início dos anos 70, já como médico, ele começou a trabalhar com o professor Vicente Amato Neto na área de moléstias infecciosas do Hospital do Servidor Público de São Paulo. Durante 20 anos, dirigiu também o serviço de imunologia do Hospital do Câncer (São Paulo) e de 1990 a 1992, o serviço de câncer do Hospital do Ipiranga.


Deu aulas em várias
faculdades do Brasil e em instituições em outros países, como o Memorial Hospital de Nova Iorque, a Cleveland Clinic (também nos Estados Unidos), o Instituto Karolinska de Estocolmo, a Universidade de Hiroshima e o National Cancer Institute, em Tóquio.

Além do
câncer, Drauzio Varella dedicou seu trabalho também ao estudo da AIDS. Foi um dos pioneiros no estudo dessa doença no Brasil, especialmente do sarcoma de Kaposi. Em 1989, iniciou um trabalho no Carandiru (nome popular da "Casa de Detenção de São Paulo"), investigando a prevalência do vírus HIV nos detentos. Até 2002, ano em que o presídio foi desativado, trabalhou como médico voluntário no local. O dr. Varella chegou a idealizar uma revista em quadrinhos, O Vira-Lata, como parte do plano de prevenção da AIDS na cadeia.

Atualmente, apoiado pela
Universidade Paulista e pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), dirige no Rio Negro um projeto de análise de plantas brasileiras, buscando obter extratos para testar experimentalmente no combate à bactérias resistentes a antibióticos e ao câncer.

Carreira como comunicador

Em
1986, sob orientação do radialista Fernando Vieira de Mello, iniciou campanhas na rádios com o intuito de esclarecer a população sobre a AIDS e métodos de prevenção. Com esse projeto, Varella trabalhou na Jovem Pan e depois na 89 FM de São Paulo.

Na televisão, seu trabalho mais conhecido é o na
Rede Globo, onde apresenta diversos quadros na área de saúde no programa Fantástico, falando sobre o corpo humano, o tabagismo, primeiros socorros, gravidez, obesidade e transplante de órgãos. Além da Rede Globo, ele trabalha ainda em outras emissoras como o Canal Universitário e a TV Senado, nos quais entrevista especialistas e discute assuntos de saúde em diversas áreas.

Carreira como escritor

Além das campanhas de prevenção, Drauzio Varella também é um premiado escritor, tanto de
ficção para adultos quanto para crianças. Lançado em 1999, o livro Estação Carandiru, que conta sobre seu trabalho com os presidiários do Carandiru, virou best-seller e recebeu o Prêmio Jabuti na categoria "não-ficção". Em 2003, a obra ganhou as telas do cinema num filme do diretor Hector Babenco. Escreveu o prefácio do livro Ludopédio:Esporte de Cardiopatas, do Professor Asdrúbal Fragoso.
Seu outro livro,
Nas ruas do Brás, foi agraciado na Feira Internacional do Livro de Bolonha, na Itália e também na Bienal do Livro do Rio de Janeiro, em 2001, na categoria "revelação de autor de literatura infantil". Já Florestas do Rio Negro foi indicado ao Prêmio Jabuti em 2002.

Obras publicadas



  • AIDS hoje, em três volumes, com colaboração de Antonio Fernando Varella e Narciso Estareira


Estação Carandiru, Companhia das Letras
  • Macacos, Publifolha (coleção "Folha Explica")

  • Nas ruas do Brás, Companhia das Letras (literatura infantil)

  • De braços para o alto, Companhia das Letras (literatura infantil)

  • Florestas do Rio Negro, sob a editoria científica de Alexandre Adalardo de Oliveira e Douglas C. Daly

  • Maré - vida na favela, Casa das Palavras (co-autoria de Paola Berenstein e Ivaldo Bertazzo)

  • Por um fio, Companhia das Letras

  • Borboletas da Alma - Escritos sobre ciência e saúde, Companhia das Letras

  • O Médico Doente, Companhia das Letras
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    O que é IPI e ele reduzido


    Tudo Sobre o IPI

    O IPI é ( Imposto sobre Produtos Industrializados) é um imposto brasileiro. É um imposto federal, ou seja, somente a União tem competência para instituí-lo (Art.153, IV, da Constituição Federal).

    Obs: O fato gerador do IPI ocorre em um dos seguintes momentos:

    • Com o desembaraço aduaneiro do produto importado
    • Com a saída do produto industrializado do estabelecimento do importador, do industrial, do comerciante ou do arrematador.
    • Com a arrematação do produto apreendido ou abandonado, quando este é levado a leilão.
    Os contribuintes do imposto podem ser o importador, o industrial, o comerciante ou o arrematador, ou a quem a lei os equiparar, a depender do caso.

    A alíquota utilizada variam conforme o produto. Determinado produto tanto pode ser isento, quanto ter alíquota de mais de 300% (caso de cigarros). As alíquotas estão dispostas na Tipi (Tabela de Incidência do Imposto sobre Produtos Industrializados). A base de cálculo depende da transação. No caso de venda em território nacional, a base de cálculo é o preço de venda. No caso de importação, a base de cálculo é o preço de venda da mercadoria, acrescido do Imposto de Importação e demais taxas exigidas (frete, seguro, etc).

    A principal função do IPI é fiscal, embora ele seja um imposto seletivo: em caso de produtos que o governo queira estimular, ele pode isentá-lo do IPI. No caso de produtos que o governo queira frear o consumo (caso do cigarro, bebidas e produtos de luxo, por exemplo), o governo pode colocar alíquotas proibitivas. Como as alíquotas de IPI são fixadas pelo Poder Executivo, ele também é utilizado ostensivamente pelo Governo Federal para fazer política econômica com montadoras de automóveis

    IPI é um imposto que incide sobre qualquer matéria prima que sofre transformação numa indústria, dai a sigla, Imposto sobre Produtos Industrializados. Para cada tipo de produto existe uma alíquota diferenciada, dependendo do interesse do governo em subsidiar. Exemplo de produtos com maiores alíquotas: cigarros, bebidas e cosméticos.
    Alíquota é o percentual do imposto.

    O imposto sobre produtos industrializados (IPI) incide sobre produtos industrializados, nacionais e estrangeiros.

    Caracteriza industrialização qualquer operação que modifique a natureza, o funcionamento, o acabamento, a apresentação ou a finalidade do produto, ou o aperfeiçoe para consumo.